O que fazer em caso de enchentes

O que fazer em caso de enchentes

Se você mora em grandes centros urbanos, provavelmente já passou por uma situação assim: preso em um engarrafamento (ou mesmo transitando pela cidade), a chuva fica mais forte e o nível da água nas ruas começa a aumentar. Em momentos assim, o que o motorista deve fazer?

Segundo recomendações do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), o primeiro passo é desligar todos os componentes do veículo que não sejam necessários. “Apenas em uma situação noturna, vale deixar os faróis acesos com luz baixa”, explica Felício Félix, analista técnico do Cesvi. “Ar-condicionado, aparelho de som, eventuais iluminações internas – tudo deve ser desligado para não sobrecarregar o sistema do automóvel”, justifica.

Isso deve ser feito porque, quando o consumo da energia elétrica no carro é maior, o alternador recebe uma carga maior de trabalho. “O risco da correia do alternador patinar é maior, e não podemos pensar em piorar a situação do automóvel que está em uma via alagada”, comenta Félix.

Fugindo da água

Quando existe a possibilidade de não passar por um trecho alagado (por exemplo, quando o carro está na garagem de casa e o motorista sabe que a rua está alagada), o melhor mesmo é não sair. “A recomendação que damos é para que o condutor do veículo nunca enfrente uma enchente”, conta o analista. “Mas existem casos em que o alagamento pega o motorista de surpresa, muitas vezes parado no trânsito – em situações assim é bom deslocar o veículo se for possível”, recomenda.

Félix ensina que o deslocamento em casos de enchente deve ser sempre com uma velocidade baixa e constante. “O motorista deve manter o carro entre a primeira e a segunda marcha (ou entre as posições D e N, caso seja automático), sem exceder a velocidade de 20 km/hora e sem oscilar essa velocidade”, ensina. “Quando a velocidade não é constante, o movimento do veículo causa ondas na superfície da água, o que facilita a sua entrada no motor – o que não queremos”, justifica. A aceleração também deve ser constante: é bom mantê-la entre 2.000 e 2.500 rpms, o que evita que a água entre pelo cano de escapamento.

Outra recomendação do Cesvi é evitar a proximidade com outros veículos e, caso o motorista observe algum trecho na água com movimentação pontual, não passar por ali. “Um movimento isolado sugere a localização de um bueiro ou boca de lobo – que pode estar destampado e, caso o automóvel passe por ali, causará danos na suspensão”, explica Félix.

Pós-alagamento

Existem também situações em que o automóvel está estacionado em uma via e o motorista percebe a água subindo. “Ele só deve remover o veículo caso exista a certeza de que terá tempo hábil para levá-lo a um local mais alto”, ensina o analista. Caso a rua esteja tomada de outros veículos, o motorista não deve tentar retirar o carro dali.

E quando o carro está parado, a enchente vem, vai embora e só então o motorista retorna ao automóvel? “Sob nenhuma hipótese deve ser dada a partida no motor”, alerta Félix. “Pode ter entrado água no escapamento ou até mesmo nas câmaras de combustão do motor, e a partida só irá piorar a situação”, orienta.

O ideal aqui é contatar um mecânico de confiança e um reboque, para levar o automóvel até uma oficina – porém nem sempre isso é possível. “Se o automóvel estiver bem próximo de um mecânico, o motorista deve remover todas as velas de ignição e então dar a partida”, ensina. “Com o funcionamento do motor toda a água que está lá dentro será expulsa pelos orifícios deixados pelas velas”. Ao constatar que a água foi devidamente retirada, basta reconectar as velas e conduzir o automóvel até a oficina. “Mas apenas pessoas muito seguras do que estão fazendo devem realizar o procedimento, já que existe o risco de choque ou mesmo de pane elétrica no automóvel”, alerta.

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